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sexta-feira, 1 de julho de 2016

Carteira de FIIs Junho/2016

Tudo bem galera, mais um mês aqui, graças a Deus, estamos entrando no mês de Junho e continuemos com os investimentos.
Segue minha carteira de FIIs do mês de Junho, como visto diversifiquei bastante as áreas para evitar grandes perdas, espero que gostem.


  • Divisão dos Ativos na minha carteira, pretendo equilibrar mantendo todos perto dos 6%

  • Divisão dos Ativos na minha carteira por setores:



Começamos a receber os dividendos do mês de Junho, vou divulgando de acordo com as atualizações,  até o momento estou conseguindo um bom retorno 1,303% em cima dos fechamentos.

  • Segue abaixo as rentabilidades de cada FIIs de acordo com as minhas médias de compras:


Carteira de Ações Junho/2016

Segue minha carteira de ações do mês de Junho, como visto estou iniciando em ações procurei algumas que pagam dividendos espero que gostem.


  • Ações deram uma valorizada este mês ficou em + 9,523%


  • Percentual de cada ativo na minha carteira no mês de Junho:






  • Percentual por setor na minha carteira no mês de Junho:




Carteira de Investimentos Junho/2016

Chegou mês de julho e junto o fechamento do mês, até que para um iniciante estou bem, então tentando equacionar a carteira tenho investido em FIIs e Ações para diversificar, vamos ver se consigo aumentar meus ganhos.

Segue a composição da minha Carteira Mês Junho/2016


  • Ações :  + 9,52%.
  • FIIs : - 0,099%
  • Rendas Fixas CDB/LCI/Poupança : + 0,90%
  • Fundos de Investimentos: + 1,68%
Todos estes rendimentos acima me renderam + 1,066% no mês de junho. 


Como estou posicionado em cada ativo na minha carteira Junho/2016:





sexta-feira, 24 de junho de 2016

Como a saída da UE afeta os brasileiros no Reino Unido

Referência: Portal - UOL - Universo Online  -  Está difícil encontrar LCIs e LCAs? Há alternativas! - Disponível em: http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2016/06/24/como-a-saida-da-ue-afeta-os-brasileiros-no-reino-unido.htm  Acesso em 24 de junho de 2016.


A decisão britânica de sair da União Europeia deve afetar as vidas de milhares de brasileiros que vivem no Reino Unido com passaporte europeu ou são parentes de cidadãos europeus.
Quem hoje se beneficia das regras de livre circulação no bloco passará a se submeter a regras estabelecidas pela legislação nacional britânica.
Para quem já está no Reino Unido com visto gerido por essa legislação - com visto de trabalho, estudo ou cônjuges de britânicos - pouco deve mudar.
"Quem não tinha de passar pelo crivo da imigração vai passar a ter", disse à BBC Brasil o consultor de imigração da Associação Brasileira no Reino Unido (Abras), Ricardo Zagotto.
"Aqueles que satisfizerem os critérios poderão ficar. Mas eles vão ter mais dor de cabeça e mais custos", diz o consultor.
Porém, ele enfatiza que "nada está claro", porque nenhuma proposta concreta foi apresentada durante a campanha.
"Não é que vão mandar os europeus embora, mas será criada uma nova burocracia e eles vão ter de cumprir requisitos que a gente ainda não sabe quais são."

Que sistema?

Durante a campanha, os proponentes da saída enfatizaram que preferem substituir as regras de livre circulação da UE por um sistema de pontos e cotas, como acontece na Austrália.
Nesse sistema, os imigrantes vão acumulando pontos de acordo com os critérios que cumprirem, e são aceitos em vagas disponíveis nas diferentes categorias de cotas.
Ricardo Zagotto explica que o Reino Unido já possui um sistema baseado em categorias, que rege a entrada de estudantes, visitantes, trabalhadores qualificados e trabalhadores com pouca qualificação, por exemplo.
Porém, nem todas as categorias são preenchidas, porque o livre fluxo de cidadãos da UE naturalmente atende à demanda por imigrantes. Setores que empregam mão de obra pouco qualificada, como construção civil, agricultura e limpeza, por exemplo, são tipicamente abastecidos com trabalhadores do Leste Europeu.
Em teoria, muitos europeus poderiam simplesmente continuar a viver no Reino Unido dentro das novas categorias. Igualmente, explica Zagotto, cidadãos com passaporte brasileiro que querem entrar no Reino Unido poderiam ser aceitos dentro de uma dessas categorias expandidas.
A grande incógnita da equação é desvendar qual o nível de imigração que um Reino Unido fora da União Europeia vai comportar.
No ano passado, entraram no país 330 mil imigrantes, metade deles, da União Europeia. O primeiro-ministro, David Cameron, prometeu reduzir esse número para menos de 100 mil por ano e tem estado sob forte pressão por não conseguir cumprir essa promessa.

Após o anúncio dos resultados - em que a opção de sair da União Europeia venceu a opção de ficar por 51,9% a 48,1% - Cameron anunciou que vai deixar o cargo até outubro.

Mudança gradual

Sejam quais forem as próximas regras, analistas e políticos dizem que a mudança será gradual e que ninguém terá de deixar o país da noite para o dia.
"Quero tranquilizar os britânicos vivendo na União Europeia e os cidadãos da União Europeia vivendo no Reino Unido que não haverá mudança imediata (nas suas circunstâncias)", disse Cameron em discurso na manhã desta sexta-feira.
Atualmente, cerca de 3 milhões de cidadãos europeus vivem no Reino Unido, principalmente da Polônia (850 mil), República da Irlanda (330 mil) e diversos países do antigo bloco soviético.
Zagotto explica que, atualmente, estes cidadãos podem pedir a residência permanente no Reino Unido quando completarem cinco anos vivendo no país.
Porém, essa autorização, o Certificado de Residência Permanente para Cidadão da UE, deve deixar de valer.
Já quem vive no Reino Unido com um visto regido pela legislação nacional recebe oIndefinite Leave to Remain - a autorização para viver no Reino Unido indefinidamente - e não é provável que isto seja modificado.
Em ambos os casos, a cidadania só é obtida um ano depois, mediante o cumprimento de requisitos como domínio da língua e conhecimento básico do funcionamento da sociedade britânica.

Alguém tranquilo?

O especialista da Abras acredita que, para efetuar uma transição suave, as autoridades britânicas vão: 1) criar provisões temporárias para lidar com a questão dos europeus que já vivem aqui e 2) impor restrições aos que vão entrar.
"Até o brasileiro europeu que ficou aqui cinco anos e pediu o documento de residência permanente está em uma situação incerta. Só está 100% tranquilo aquele brasileiro que já se naturalizou", disse Zagotto.
"Mas tem muito brasileiro que só se preocupa com a papelada quando acontece um evento, um fato. Agora aconteceu o evento."
Referência: Portal - UOL - Universo Online  -  Está difícil encontrar LCIs e LCAs? Há alternativas! - Disponível em: http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2016/06/24/como-a-saida-da-ue-afeta-os-brasileiros-no-reino-unido.htm  Acesso em 24 de junho de 2016.

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Está difícil encontrar LCIs e LCAs? Há alternativas!

Referência: Portal - GENIAL  - Geração de Negócios Online  -  Está difícil encontrar LCIs e LCAs? Há alternativas! - Disponível em: https://www.gfgenial.com.br/blog-genial/investir-e-facil/investir-e-facil-coluna/esta-dificil-encontrar-lcis-e-lcas-ha. Acesso em 23 de junho de 2016.


Saiba quais são as suas opções caso não encontre LCIs e LCAs para os prazos desejados


Os investidores em renda fixa devem estar percebendo que as Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), aplicações queridinhas dos últimos anos, têm estado meio sumidas.
A oferta desses papéis está escassa, devido às restrições que esses títulos têm em comparação a outros investimentos de renda fixa conservadora.
LCIs e LCAs são títulos emitidos por bancos para financiar, respectivamente, projetos no setor imobiliário e do agronegócio. O investidor compra o título, emprestando o dinheiro para o banco, que por sua vez o utiliza para financiar projetos nessas duas áreas específicas.
Como os recursos captados com esses papéis estão condicionados a empreendimentos determinados, quando as atividades financiadas ficam mais escassas, o estoque de LCIs e LCAs diminui.
O Brasil passa por um período de recessão econômica, então não é surpreendente que as LCIs e LCAs tenham ficado mais raras. A desconfiança das pessoas e dos empresários os leva a se endividar e investir menos, ao mesmo tempo em que a má situação das contas do governo leva à redução dos incentivos.
Mas isso não quer dizer que você deva ficar restrito à parca rentabilidade da caderneta de poupança. Há alternativas rentáveis na própria renda fixa, às quais você pode recorrer quando não encontrar uma LCI ou LCA para o prazo que deseja.
CDBs são as principais alternativas
Por semelhança, a alternativa mais óbvia às letras de crédito são os Certificados de Depósitos Bancários (CDBs). São papéis similares às LCIs e LCAs, porém têm cobrança de imposto de renda.
Os CDBs também são utilizados pelos bancos para captar recursos e depois emprestar. Porém, diferentemente das LCIs e LCAs, esses recursos não estão condicionados a atividades específicas.
O dinheiro captado via CDBs pode ser emprestado para quaisquer pessoas ou empresas que o banco deseje financiar. Isso deixa aos bancos muito mais opções, o que torna os CDBs abundantes e fáceis de encontrar mesmo em cenários de recessão.
É fácil comparar CDBs com LCIs e LCAs porque esses papéis funcionam mais ou menos da mesma forma, são igualmente conservadores, têm a mesma cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) e não sofrem cobrança de taxas de administração.
Há poucas diferenças. A principal delas é que há cobrança de IR nos CDBs, enquanto que LCIs e LCAs são isentas.
Além disso, os CDBs muitas vezes têm liquidez diária, enquanto que o investidor em LCIs e LCAs precisa esperar até o vencimento ou, pelo menos, aguardar a carência obrigatória de três meses.
A rentabilidade dos CDBs geralmente perde do rendimento das LCIs e LCAs de mesmo prazo, em função da cobrança de imposto de renda. Porém, há CDBs que não ficam muito atrás, e podem vir a calhar na falta das letras de crédito.
A diferença entre a remuneração líquida de um CDB de um ano que pague mais de 100% do CDI e a rentabilidade de uma LCI que pague 90% do CDI não é muito grande. Não passa de um ponto percentual. A partir de 110% do CDI, o CDB ganha da LCI de 90% do CDI.
Em geral, quanto maior a quantia que você tem para investir, mais fácil é encontrar CDBs rentáveis.
Mas essas remunerações superiores a 100% do CDI normalmente só estão disponíveis em bancos médios, seja você um investidor de milhares ou de centenas de milhares de reais.
Veja uma comparação entre uma LCI e um CDB de um ano, considerando um investimento de 10 mil reais e um CDI acumulado em um ano de 14,13%, taxa anualizada para esta quarta-feira divulgada pela Cetip:
LCI
% CDIRentabilidade (%)Quanto você tem no final
90%12,72%11.271,70

CDB
% CDIRentabilidade (%)Quanto você tem no final
101%11,77%11.177,38
102%11,89%11.189,04
103%12,01%11.200,70
104%12,12%11.212,35
105%12,24%11.224,01
106%12,36%11.235,67
107%12,47%11.247,33
108%12,59%11.258,98
109%12,71%11.270,64
110%12,82%11.282,30
111%12,94%11.293,95
112%13,06%11.305,61

Fora os CDBs também existem outras opções na renda fixa conservadora, como os fundos de renda fixa e os títulos públicos Tesouro Selic, negociados pelo Tesouro Direto. Ambas, porém, sofrem cobrança de taxas, além do imposto de renda.
No caso dos fundos de renda fixa, a rentabilidade histórica divulgada já é líquida de taxa de administração, o que facilita a comparação com CDBs e LCIs e LCAs. É preciso apenas descontar o imposto de renda para saber o que é mais interessante.
Fundos de renda fixa conservadora em geral buscam render próximo de 100% do CDI e permitem resgates a qualquer momento. Eles, assim como o Tesouro Direto, costumam ser muito acessíveis para o pequeno investidor.

Referência: Portal - GENIAL  - Geração de Negócios Online  -  Está difícil encontrar LCIs e LCAs? Há alternativas! - Disponível em: https://www.gfgenial.com.br/blog-genial/investir-e-facil/investir-e-facil-coluna/esta-dificil-encontrar-lcis-e-lcas-ha. Acesso em 23 de junho de 2016.

Carteira de Investimentos Maio/2016

Como mencionado segue a composição da minha carteira de investimentos no mês de Maio, como havia explicado iniciei os meus investimentos neste mês então a maior parte dos meus investimentos estarão em renda fixa, com o passar dos meses irei equilibrar investindo mais nas rendas variáveis.

segue a composição da minha Carteira Mês Maio/2016




Como está dividida a carteira Maio/2016


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